quinta-feira, 30 de abril de 2015

Vicariato de Canoas promoveu o I Simpósio Vocacional

O Vicariato de Canoas realizou no sábado, dia 25, o I Simpósio Vocacional, realizado na paróquia Nossa Senhora da Conceição.
O evento teve como tema a reflexão do “Ano da Vida Consagrada”.


O Simpósio é fruto do compromisso que as (arqui) dioceses do país firmaram durante o 1º Simpósio Vocacional do Brasil, realizado em maio de 2014 com o tema: “Ide e anunciai! Vocações diversas para uma grande missão!” Alguns objetivos dos simpósios são de estimular a cultura vocacional na Igreja, valorizar as vocações diversas e animar os irmãos na missão.

A partir da opção do Regional Sul , de que o tema dos simpósios de 2015 seria o Ano da Vida Consagrada, foi que o vicariato de Canoas organizou o seu encontro. A coordenação do Serviço de Animação Vocacional deste vicariato convidou membros das Equipes Vocacionais Paroquiais e em especial todos os religiosos e religiosas. Houve grande participação dos consagrados e consagradas: Irmãos Lassalistas, Irmãs do Imaculado Coração de Maria, Irmãs Paulinas, Irmãs de Notre Dame, Irmãs da Divina Providencia, Freis Capuchinhos, Irmãs Franciscanas Bernardinas, Irmãs Franciscanas PCC, Irmãs Servas do Espirito Santo, Fraternidade Arca de Maria e Irmãs Scalabrinianas.




O Simpósio também aconteceu no final de semana em que celebramos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações, por isso, pedimos ao Senhor da messe que envie muitas vocações para as diversas congregações e Institutos de Vida Consagrada presentes e atuantes neste vicariato.


Pe. Claudio D’Angelo Castro
Animador Vocacional da Arquidiocese de Porto Alegre

Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 28 de abril de 2015, às 16h 58min

domingo, 26 de abril de 2015

Dom Jaime Spengler é o novo presidente da CNBB Regional Sul 3

Reunidos em Aparecida, São Paulo, o episcopado gaúcho elegeu na noite desta quinta-feira, 23 de abril, a nova presidência do Regional Sul 3 (Rio Grande do Sul) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O mandato é de quatro anos.


Dom Jaime Spengler, arcebispo metropolitano de Porto Alegre, foi eleito o novo presidente. Até a eleição, a entidade era presidida pelo bispo de Novo Hamburgo, Dom Zeno Hastenteufel.

O novo vice-presidente é o Bispo Diocesano de Erechim, Dom José Gislon, OFMCap. Já o Bispo Diocesano de Cachoeira do Sul, Dom Remídio José Bohn foi reeleito secretário da entidade.

O Regional Sul 3 da CNBB reúne quatro arquidioceses: Porto Alegre, Santa Maria, Passo Fundo, Pelotas; e outras 14 dioceses: Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Osório, Montenegro, Bagé, Rio Grande, Uruguaiana, Santo Ângelo, Santa Cruz do Sul, Cachoeira do Sul, Erechim, Frederico Westphalen Cruz Alta e Vacaria.

Novo Presidente
Natural de Gaspar/SC, Dom Jaime Spengler, 54 anos, é o sétimo arcebispo de Porto Alegre. É religioso da Ordem dos Frades Menores, OFM. Em 10 de novembro de 2010 foi nomeado pelo Papa Bento XVI, bispo titular de Patara e auxiliar da Arquidiocese de Porto Alegre. Foi ordenado bispo no dia 05 de maio de 2011. No dia 18 de setembro de 2013, o Papa Francisco o nomeou arcebispo de Porto Alegre, sendo empossado no 15 de novembro. No dia 29 de março de 2014, o Papa Francisco o nomeou como membro da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica. Em 2015, na 53ª Assembleia Geral da CNBB, foi eleito presidente da  Comissão para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada.


Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 24 de abril de 2015, às 15h 54min

sábado, 18 de abril de 2015

As pequenas virtudes do lar, de Georges Chevrot

Tema do II Encontro sobre
Formação Doutrinal para o exercício dos Ministérios.

 A primeira virtude do lar é a CORTESIA.


“É agradabilíssimo o lar em que todos se esforçam por ser corteses e acolhedores; os nossos ancestrais diziam polidos. Ser polido, como a própria palavra o indica, significa suavizarmos as asperezas do nosso caráter. Um objeto que não foi polido é qualificado como tosco, e este adjetivo, aplicado aos homens, nada tem de lisonjeiro. Mas acontece que a polidez é muitas vezes considerada como artigo de exportação.

Somos corteses e afáveis com as pessoas de fora, mas, quando entramos em casa, não nos importamos com nada. Afinal de contas, não voltamos para casa para nos distendermos e descansar? De acordo, desde que a mola, ao distender-se, não salte bruscamente e acabe por ferir alguém. Para descansar, será indispensável levantarmos excessivamente a voz ou assumir ares carrancudos? Franzir as sobrancelhas ou ‘fechar a cara’ não são mais sinais de uma verdadeira descontração, ao passo que o sorriso, as pequenas delicadezas e o antecipar-se aos desejos dos outros criam no lar uma atmosfera de repouso e de serenidade.” (pg. 9-10)

O lar de cada um será um lar cristão se nele todos rivalizarem em delicadezas uns para com os outros.” (pg.10)

Essa afabilidade e essa polidez (cortesia) supõem uma vigilância e um domínio de si mesmo pouco comuns.

Algumas pessoas se entristecem por não terem tempo para ir mais frequentemente à igreja; peIa complexidade das suas responsabilidades profissionais e domésticas, não conseguem tempo para dirigir a Deus uma longa oração. Mas não sabemos que, embora curta, a nossa oração pode ser muito intensa? E por que procurar a Deus por um caminho em que Ele não nos espera?

Deus marcou encontro conosco no lugar em que a sua providência nos colocou: é lá que o encontraremos com certeza, no meio das nossas obrigações cotidianas. Pensemos apenas em oferecer-lhe essas tarefas, cumprindo-as o melhor que possamos. Os nossos dias passam-se no lugar de trabalho ou no lar; e no caso da mãe de família, esses dois campos de ação se identificam, pois o seu trabalho mais importante é no lar. É aí que se devem praticar as virtudes cristãs.

É verdade que, às vezes, temos deveres muito graves a cumprir: cuidar de um enfermo, enfrentar uma situação material crítica, perdoar uma ofensa que nos faz sofrer; mas, via de regra, o cristão não se furta às virtudes difíceis, e a ocasião de praticá-las só se apresenta esporadicamente.

A vida familiar implica uma quantidade enorme de pequenos deveres, que muitas vezes negligenciamos por serem numerosos ou por não parecerem importantes, mas são importantes, e este é o motivo por que merecem a nossa atenção.

Respeitemos os anciãos, cujos cabelos embranqueceram; tenhamos presente a fraqueza daqueles a quem devemos aconselhar ou repreender; levemos em conta a fadiga daqueles que se fecham demasiado em si mesmos. Extirpemos do nosso vocabulário e das nossas atitudes as rudezas que bloqueiam os profundos sentimentos de afeto que nutrimos habitualmente uns pelos outros.  Sejamos corteses e polidos com todo Ser Humano. Respondamos a maldade com a bondade. Rezemos por nossos inimigos. Regulemos o tom de voz com tudo e com todos, acabemos a conversa quando perdermos o controle sobre o tom de voz, sejamos capazes de dialogar e aprender com os outros.

Georges Chevrot nasceu em Paris, em 08 de janeiro de 1879 e morreu em Paris em fevereiro de 1958 foi ordenado sacerdote em 1903.
Seu livro: “As Pequenas Virtudes do Lar”, é um concentrado de 14 palestras preparadas para um programa de rádio semanal na Rádio Luxemburgo.