sábado, 23 de abril de 2016

Retiro Bíblico da Animação Bíblica da Vida e da Pastoral


Em 23/04/16 foi realizado na PARÓQUIA N. Sª DAS GRAÇAS, em Canoas, o RETIRO BÍBLICO, promovido pela ANIMAÇÃO BÍBLICA DA VIDA E DA PASTORAL do Vicariato de Canoas, com assessoria dos Padres José Bonifácio Schmidt e Blásio Guido Jacobi e do Diácono Édilon Rosales de Lima, com foco na LEITURA ORANTE DA BÍBLIA e com a finalidade de formar agentes da Animação Bíblica que farão o retiro em suas Paróquias e Comunidades, para todos os serviços pastorais e movimentos.

Estiveram presente diversos paroquianos de Canoas (Par. Sagrado Coração de Jesus, São Luís Gonzaga, Imaculada Conceição, N. Sª de Fátima, Santo Antônio, N. Sª Aparecida, N. Sª da Conceição, N. Sª das Graças, N. Sª do Rosário, Santa Luzia e Par. Militar N. Sª Aparecida), Esteio (Par. Imaculado Coração de Maria) e Sapucaia (Par. N. Sª de Fátima).

A animação musical ficou a cargo de Terezinha e Carlos Wendt, da Par. N. Sª das Graças.

O almoço, oferecido pelo Vicariato de Canoas, foi gentilmente preparado por Francisco e Vera Poeta, Gilberto, Evinha, Pedrinho e Marlene, todos da Par. Santa Luzia.


segunda-feira, 21 de março de 2016

Semana Santa

A Semana Santa, também conhecida como "Grande Semana", ou "Semana Maior", é a última semana da Quaresma, que é o tempo de preparação para a celebração do Mistério Pascal, paixão, morte e ressurreição, de Jesus Cristo. 

A Semana Santa tem início com a celebração do Domingo de Ramos e termina com a celebração da Santa Missa Crismal, também conhecida como Missa dos Santos Óleos. 

Toda a riqueza de símbolos e profundidade teológica na liturgia da Semana Santa prepara os fiéis para viver o Mistério Pascal de Cristo, que é celebrado no "Tríduo Pascal", do qual fazem parte a Santa Missa da Ceia do Senhor, na Quinta-feira, as funções da Sexta-feira da Paixão, o Sábado Santo, a Vigília Pascal, segundo Santo Agostinho a mãe de todas as vigílias, e o Domingo de Páscoa, ou da Ressurreição. 

Toda a Quaresma, da qual faz parte a Semana Santa, tem como finalidade a preparação para a celebração da Páscoa do Senhor, do Domingo da Ressurreição de Jesus Cristo, que se estende por todo o Tempo Pascal e termina com a Celebração da Solenidade de Pentecostes. 

Estes cinquenta dias, desde a Domingo da Ressurreição, até o Pentecostes, também conhecidos como Quinquagésima Pascal, são comemorados como um único dia de celebração da Páscoa do Senhor Jesus Cristo.

domingo, 20 de março de 2016

20 de março - Domingo de Ramos


Com o Domingo de Ramos, iniciamos a Semana Santa.

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém marca o fim daquilo que Jerusalém representava para o Antigo Testamento e assinala o início da nova Jerusalém, a Igreja, que se estenderá por todo o mundo como um sinal universal da futura redenção.

Na Igreja primitiva a celebração desse domingo focalizava aspectos diferentes: Em Roma, o tema central era a Paixão do Senhor; em Jerusalém, era a Entrada triunfal de Jesus, destacando a Procissão dos ramos.

Atualmente, as duas tradições se integram numa única celebração. Por isso, a celebração começa com o rito da bênção dos ramos, a leitura da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e a procissão. Termina com a celebração da Eucaristia, com a proclamação da Paixão. Na 1ª parte, nos unimos ao Povo de Jerusalém. A 2ª parte nos introduz na SEMANA SANTA.

Levamos hoje para casa RAMOS BENTOS, como lembrança dessa celebração. 
Não devem ser vistos como algo folclórico, como amuletos da sorte, mas algo sagrado, que levamos para casa como um SINAL visível do compromisso assumido de seguir Jesus no caminho ao Pai.

A presença dos ramos em nossos lares deve ser uma lembrança de que hoje aclamamos a Jesus, como nosso Rei, e que desejamos aclamá-lo durante toda a nossa vida, como nosso Salvador. (B N AGUAS)

sábado, 19 de março de 2016

19 de março - São José



São raros os dados sobre as origens, a infância e a juventude de José, o humilde carpinteiro de Nazaré, pai adotivo de Jesus Cristo, e esposo da Virgem de todas as virgens, Maria. Sabemos apenas que era descendente da casa de David. Mas, a parte de sua vida da qual temos todo o conhecimento basta para que sua canonização seja justificada. José é, praticamente, o último elo de ligação entre o Velho e o Novo Testamento, o derradeiro patriarca que recebeu a comunicação de Deus vivo, através do caminho simples dos sonhos. Sobretudo escutou a palavra de Deus vivo. Escutando no silêncio.

Os teólogos acreditam que José tenha morrido três anos antes da crucificação de Jesus.

Hoje é dia de festa para a Fé. O culto a São José começou no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o Papa Pio IX o proclamou São José, padroeiro universal da Igreja e, a partir de então, passou a ser venerado no dia 19 de março. Porém, em 1955, o Papa Pio XII fixou também, o dia primeiro de maio para celebrar São José, o trabalhador. Enquanto, o Papa João XXIII, inseriu o nome de São José no Cânone romano, durante o seu pontificado

domingo, 6 de dezembro de 2015

Ano Santo da Misericórdia

O que é o Ano Santo?

O Papa Francisco anunciou o Jubileu do Ano Santo da Misericórdia por meio da Bula de Proclamação Misericordiae Vultus (O Rosto da Misericórdia). O Jubileu inicia em 08 de dezembro de 2015 e se concluirá no dia 20 de novembro de 2016, com a Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo.
A celebração do Jubileu se origina no judaísmo. Consistia em uma comemoração de um ano sabático que tinha um significado especial. A festa se realizava a cada 50 anos. Durante o ano os escravos eram libertados, restituíam-se as propriedades às pessoas que as haviam perdido, perdoavam-se as dívidas, as terras deviam permanecer sem cultivar e se descansava. Era um ano de reconciliação geral. Na Bíblia, encontramos algumas passagens dessa celebração judaica (cf. Lv 25,8).

O que significa Jubileu?

A palavra Jubileu se inspira no termo hebreu de yobel, que se refere ao chifre do cordeiro que servia como instrumento musical. Jubileu, também tem uma raiz latina, iubilum que representa um grito de alegria. Na tradição católica, o Jubileu consiste em que durante um ano se concedem indulgências aos fiéis que cumprem certas disposições estabelecidas pelo Papa. O Jubileu pode ser ordinário ou extraordinário. A celebração do Ano Santo Ordinário acontece em um intervalo a cada 25 anos, com o objetivo de que cada geração experimente pelo menos uma em sua vida. Já o Ano Santo Extraordinário se proclama como celebração de um fato destacado. O Jubileu proclamado pelo Papa Francisco é um Ano Santo Extraordinário. É um convite para que, de maneira mais intensa, fixemos o olhar na Misericórdia do Pai.

Por que abrir uma porta no Ano Santo?

A Porta Santa, na Basílica de São Pedro, em Roma, só se abre durante um Ano Santo e significa que se abre um caminho extraordinário para a salvação. Na cerimônia de abertura, o Papa toca a porta com um martelo 3 vezes enquanto diz: “Abram-me as portas da justiça; entrando por elas confessarei ao Senhor”. Depois de aberta, entoa-se um canto de Ação de Graças e o Papa atravessa esta porta com seus colaboradores.
Na Arquidiocese de Porto Alegre, por exemplo, será recordado o gesto de Roma e do Papa, pelo Arcebispo, que abrirá a porta lateral da Catedral Metropolitana no dia 13 de dezembro, às 15h. Igualmente será aberta a Porta Santa no Santuário Nossa Senhora do Rosário (na Rua Vigário José Inácio), no dia 17 de dezembro às 10h. 

O que fazer nesse ano? 

Na Bula Misericordiae Vultus, o Papa Francisco sugere algumas iniciativas que podem ser vividas em diferentes etapas: 
• Realizar peregrinações;
• Praticar as obras de misericórdia;
• Intensificar a oração;
• Passar pela Porta Santa em Roma ou na Diocese;
• Perdoar a todos;
• Buscar o Sacramento da Reconciliação;
• Superar a corrupção;
• Receber a indulgência;
• Participar da Eucaristia;
• Fortalecer o ecumenismo;
• Converter-se.

O que é a indulgência?

Indulgência é a remissão diante de Deus da pena devida aos pecados, cuja culpa já foi perdoada. Cada vez que alguém se arrepende e se confessa, é perdoado a culpa dos pecados cometidos, mas não a pena. Por exemplo, se alguém mata uma pessoa e se arrepende, depois pede perdão e procura o Sacramento da Penitência, receberá o perdão. Contudo, como repassar o mal cometido que tirou a vida de alguém? Por isso permanece uma pena após o perdão. Essa situação pode ter um indulto, uma indulgência, que a Igreja oferece em certas condições especiais e quando o fiel está bem disposto a buscar a santidade de vida, aproximando-se cada vez mais de Deus. A Igreja pode oferecer a indulgência pelos méritos de Cristo, de Maria e dos santos que sempre participam da obra da salvação. Sobre isso, escreveu o Papa Francisco: “No sacramento da Reconciliação, Deus perdoa os pecados, que são verdadeiramente apagados; mas o cunho negativo que os pecados deixaram nos nossos comportamentos e pensamentos permanecem. A misericórdia de Deus, porém, é mais forte também do que isso. Ela torna-se indulgência do Pai que, através da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo das consequências do pecado, habilitando-o a agir com caridade, a crescer no amor em vez de recair no pecado” (Misericordiae Vultus, 22). 

Como receber a indulgência?

Para receber a indulgência todos são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo à Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. É importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e à Celebração da Eucaristia com uma reflexão sobre a Misericórdia. Será necessário acompanhar essas celebrações com a profissão de fé e com a oração pelo Papa, para o bem da Igreja e do mundo inteiro. 

Em Porto Alegre, recebe-se a indulgência?

• Visitando a Igreja Catedral ou a Igreja do Rosário de Porto Alegre e passando pela Porta Santa, fazendo o caminho da misericórdia; 
• Buscando o Sacramento da Reconciliação (pode ser em outra Igreja e não apenas aquelas que têm a porta da misericórdia);
• Participando da Eucaristia;
• Rezando nas Intenções do Papa;
• Realizando obras de misericórdia.

Há indulgências para os falecidos?

A indulgência pode ser obtida também para os que faleceram. A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na Celebração Eucarística, também podemos, no grande mistério da Comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraça-los na felicidade sem fim.

E os doentes e idosos? 

Para eles será de grande ajuda viver a enfermidade e o sofrimento como experiência de proximidade ao Senhor que no mistério da sua paixão, morte e ressurreição indica o caminho para dar sentido à dor e à solidão. Viver com fé e esperança este momento de provocação, recebendo a comunhão ou participando na Celebração Eucarística e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação, será, para eles, o modo de obter a indulgência jubilar. 

As obras de misericórdia

A experiência da misericórdia torna-se visível pelo testemunho concreto. Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente, obterá a indulgência jubilar.

Obras corporais

1. Dar de comer aos famintos;
2. Dar de beber aos que tem sede;
3. Vestir os nus;
4. Acolher o estrangeiro;
5. Visitar os enfermos;
6. Visitar os encarcerados;
7. Sepultar os mortos.

Obras espirituais 

1. Aconselhar os duvidosos;
2. Ensinar os ignorantes;
3. Admoestar os pecadores;
4. Consolar os aflitos;
5. Perdoar as ofensas;
6. Suportar com paciência as injustiças;
7. Rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos.

Fonte: Judinei Vanzetto - CNBB Regional Sul3
Com informações do Jubileu da Misericórdia da Arquidiocese de Porto Alegre. Ano Santo 2015-2016.