quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Arcebispo anuncia transferências e nomeações para o clero arquidiocesano


No terceiro e último dia da Assembleia Anual do Clero, o arcebispo Dom Jaime Spengler anunciou as transferências e nomeações para a Arquidiocese de Porto Alegre. Na mesma oportunidade, o Pe. Gustavo Haas foi anunciado como o novo Vigário Geral. O cargo estava vago desde o falecimento do Cônego Irineu Brand, ocorrido no final do mês de setembro.

Quando confirmadas, as datas de posse e apresentação serão divulgadas.

Confira as alterações:

Vigário Geral e Moderador da Cúria: Pe. Gustavo Haas

VICARIATO DE PORTO ALEGRE

Paróquia Divino Espírito Santo
Pároco: Pe. Querino José Ludwig

Paróquias Divino Pai Eterno e Madre Teresa de Calcutá
Pároco: Pe. Márcio M. Guimarães

Catedral Metropolitana Mãe de Deus
Pároco: Pe. Pedro Alberto Kunrath

Paróquia Nossa Senhora Medianeira
Pároco: Pe. Luiz Ricardo Xavier

Paróquia Menino Deus
Vigário Paroquial: Pe. Alexandre Longhi

Paróquia Menino Jesus de Praga
Vigário Paroquial: Mons. Irineu Flach

Paróquia Nossa Senhora de Lourdes
Vigário Paroquial: Pe. Diego Correa

Paróquia Nossa Senhora da Paz
Pároco: Pe. Francisco Ledur

Paróquia Santuário Nossa Senhora do Rosário
Vigário Paroquial: Pe. Jorlei dos Santos

Paróquia Sagrada Família
Vigário Paroquial: Pe. João Strack

Paróquia Santa Catarina
Pároco: Pe. Luciano Honório Corrêa

Paróquia Santa Rita de Cássia
Vigário Paroquial: Pe. João Albertto Mazzotti

Paróquia Santo Antônio do Pão dos Pobres
Vigário Paroquial: Pe. Cristiano da Rosa

Paróquia São João Batista
Pároco: Pe. Renato Schuch

Paróquia São Luís Gonzaga
Pároco: Pe. Alexandre Chaves

Paróquia São Sebastião Mártir
Pároco: Pe. Hermeto Mohr
Vigário Paroquial: Pe. Leo Hastenteufel e Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

Paróquia Senhor Bom Jesus
Pároco: Pe. Kauê Antoniolli

VICARIATO DE CANOAS

Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Esteio
Pároco: Pe. Maico Pezzi dos Santos

Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Sapucaia
Pároco: Pe. Talis Pagot

Paróquia Imaculado Coração de Maria - Esteio
Vigário Paroquial: Pe. Artur Calsing

Paróquia Nossa Senhora do Rosário - Canoas
Vigário Paroquial: Pe. Juliano Heck

Paróquia São Luís - Canoas
Pároco: Pe. João Carlos Silveira (Pe. Joca)

VICARIATO DE GRAVATAÍ

Paróquia Nossa Senhora das Graças - Gravataí
Pároco: Pe. Fabiano Glaeser dos Santos

Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem - Cachoeirinha
Pároco: Pe. Eduardo Dellazari

Paróquia Nossa Senhora dos Anjos - Gravataí
Pároco: Pe. Tarcíso Rech
Diácono Luiz Barros

Rede de Comunidades Santa Cruz - Viamão
Pároco: Pe. Loivo Kochhann

Paróquia São José Operário - Alvorada
Vigário Paroquial: Pe. Renato Rogério Neuhaus

Paróquia São Vicente Pai dos Pobres - Gravataí
Vigário Paroquial: Pe Charles Vargas Teixeira

Paróquia Nossa Senhora da Saúde - Alvorada
Pároco: Pe. Alecxandro Nunes

Paróquia Sagrado Coração de Jesus - Alvorada
Pároco: Pe. Diego Garcia

VICARIATO DE GUAÍBA

Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Guaíba
Pároco: Pe. Carlos Feebur
Vigário Paroquial: Pe. Ênio da Rocha Dias

Paróquia Nossa Senhora do Livramento - Guaíba
Pároco: Pe. Gustavo Haupenthal

Paróquia Nossa Senhora Medianeira - Eldorado
Pároco: Pe. Miguel Faleiro

A serviço da Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes - Charqueadas
Pe. Geraldo Flach

Paróquia Nossa Senhora do Rosário – Barão do Triunfo
Pároco: Pe. Fábio Lúcio

Paróquia São João Batista - Camaquã
Vigário Paroquial: Pe. Joel Nievinski



Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 6 de novembro de 2014, às 18h 6min

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

14 de setembro - Festa da Exaltação da Santa Cruz

A Festa da Exaltação da Santa Cruz, que celebramos no dia 14 de setembro, é a Festa da Exaltação do Cristo vencedor. Para nós, a Cruz é o maior símbolo de nossa fé e quem a rejeita se comporta como aqueles dos quais já nos falava o Apóstolo Paulo: Existem muitos por aí, de quem repetidas vezes vos tenho falado e agora o digo chorando, que se comportam como inimigos da Cruz de Cristo (Fil. 3,18).

A Cruz recorda o Cristo crucificado, o seu sacrifício, o seu martírio que nos trouxe a salvação.

Segundo a tradição, a Vera Cruz (verdadeira Cruz) foi descoberta em 326 por Santa Helena, mãe do Imperador Constantino I, durante peregrinação à cidade de Jerusalém. A Igreja do Santo Sepulcro foi construída no local da descoberta, por ordem de Helena e Constantino. A igreja foi dedicada nove anos após, em 335, com uma parte da cruz em exposição. Em 13 de Setembro ocorreu a dedicação da igreja e a cruz foi posta em exposição no dia 14, para que os fiéis pudessem orar e venerá-la. Em 614, os persas invadiram a cidade e tomaram a cruz, que foi recuperada pelo Imperador Bizantino Heráclio em 628. Após um ano em Constantinopla, a cruz retornou ao Santo Sepulcro.

Esta festa é chamada em Grego: Ὕψωσις τοΤιμίου Σταυροῦ e em Latim é chamada de Exaltatio Sanctae Crucis Exaltação da Santa Cruz. A palavra exaltatio também pode ser traduzida por triunfo, por isso, é que no passado essa festa era também chamada de Triunfo da Santa Cruz.

Enquanto a Sexta-Feira Santa é dedicada à Paixão e Crucificação, a Festa da Exaltação da Santa Cruz, celebra a Cruz como instrumento de salvação, fonte de santidade e símbolo revelador da vitória de Jesus sobre o pecado, a morte e o demônio.


Pe. Gilson Sobreiro, pjc

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Inveja e fofocas não são cristãs e atentam contra a unidade da Igreja, diz o Papa



VATICANO, 27 Ago. 14 / 01:47 pm (ACI/EWTN Noticias).- Na sua catequese de hoje, o Papa Francisco alentou os cristãos a não caírem na inveja e na fofoca dentro da Igreja, pois isto atenta contra a unidade pela qual Cristo rezou e é “obra do diabo”.

O Santo Padre recordou que ao fazer “nossa profissão de fé recitando o ‘Credo’, nós afirmamos que a Igreja é ‘uma’ e ‘santa’. É una porque tem a sua origem em Deus Trindade, mistério de unidade e de comunhão plena. Depois, a Igreja é santa, enquanto fundada sobre Jesus Cristo, animada pelo seu Espírito Santo, repleta do seu amor e da sua salvação”.

“Ao mesmo tempo, porém, é santa e composta de pecadores, todos nós, pecadores, que fazemos experiência cada dia das nossas fragilidades e das nossas misérias. Então, esta fé que professamos nos impele à conversão, a ter a coragem de viver cotidianamente a unidade e a santidade, e se nós são somos unidos, se não somos santos, é porque não somos fiéis a Jesus”.

O Santo Padre assegurou que “Ele, Jesus, não nos deixa sozinhos, não abandona a sua Igreja! Ele caminha conosco, Ele nos entende. Entende as nossas fraquezas, os nossos pecados, perdoa-nos, sempre que nós nos deixamos perdoar. Ele está sempre conosco, ajudando-nos a nos tornarmos menos pecadores, mais santos, mais unidos”.

“O primeiro conforto vem do fato de que Jesus rezou tanto pela unidade dos discípulos. É a oração da Última Ceia, Jesus pediu tanto: “Pai, que sejam uma só coisa”. Rezou pela unidade, e o fez propriamente na iminência da Paixão, quando estava para oferecer toda a sua vida por nós. É aquilo que somos convidados continuamente a reler e meditar, em uma das páginas mais intensas e comoventes do Evangelho de João, o capítulo dezessete”.

“Como é belo saber que o Senhor, pouco antes de morrer, não se preocupou consigo mesmo, mas pensou em nós! E no seu diálogo sincero com o Pai, rezou justamente para que pudéssemos ser uma só coisa com Ele e entre nós”.

Francisco assinalou que “a Igreja procurou desde o início realizar este propósito que está no coração de Jesus”.

“A experiência, porém, nos diz que são tantos os pecados contra a unidade. E não pensemos só nos cismas, pensemos em faltas muito comuns nas nossas comunidades, em pecados ‘paroquiais’, aqueles pecados nas paróquias”.

“Às vezes, de fato, as nossas paróquias, chamadas a serem lugares de partilha e de comunhão, são tristemente marcadas por inveja, ciúmes, antipatia…”.

“E as fofocas são acessíveis a todos. Como se fofoca nas paróquias! Isto não é bom. Por exemplo, quando alguém é eleito presidente daquela associação, fofoca-se contra ele. E se aquela outra é eleita presidente da catequese, as outras fofoca contra ela. Mas, esta não é a Igreja. Não se deve fazer isto, não devemos fazê-lo!”.

Francisco indicou que “isto é humano, sim, mas não é cristão! Isto acontece quando almejamos os primeiros lugares; quando colocamos no centro nós mesmos, com as nossas ambições pessoais e os nossos modos de ver as coisas, e julgamos os outros; quando olhamos aos defeitos dos irmãos, em vez de olhar para suas competências; quando damos mais peso àquilo que nos divide, em vez de olhar para o que nos une…”.

O Papa recordou que “uma vez, na outra diocese em que eu estava antes, ouvi um comentário interessante e belo. Falava-se de uma idosa que por toda a vida tinha trabalhado na paróquia e uma pessoa que a conhecia bem disse: ‘Esta mulher nunca falou mal dos outros, nunca fofocou, sempre estava com um sorriso’. Uma mulher assim pode ser canonizada amanhã!”.

“Diante de tudo isso, devemos fazer seriamente um exame de consciência. Em uma comunidade cristã, a divisão é um dos pecados mais graves, porque a torna sinal não da obra de Deus, mas da obra do diabo, que é por definição aquele que separa, que arruína as relações, que insinua preconceitos…”.

O Santo Padre assinalou que “Deus, em vez disso, quer que cresçamos na capacidade de nos acolhermos, de nos perdoarmos e de nos querermos bem, para nos assemelharmos sempre mais a Ele que é comunhão e amor. Nisto está a santidade da Igreja: em reconhecer-se à imagem de Deus, repleta da sua misericórdia e da sua graça”.

“Queridos amigos, façamos ressoar no nosso coração estas palavras de Jesus: ‘Bem aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus’ (Mt 5, 9). Peçamos sinceramente perdão por todas as vezes em que fomos ocasião de divisão ou de incompreensão dentro das nossas comunidades, bem sabendo que não se chega à comunhão se não através de uma contínua conversão. O que é a conversão? É pedir ao Senhor a graça de não falar mal, de não criticar, de não fofocar, de querer bem a todos. É uma graça que o Senhor nos dá. Isto é converter o coração“.

“E peçamos que a base cotidiana das nossas relações possa se tornar uma reflexão sempre mais bela e alegre da relação entre Jesus e o Pai”, concluiu.

fonte: http://www.acidigital.com/