domingo, 11 de agosto de 2013

o mês de agosto é dedicado às vocações

Agosto é um mês voltado para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios, de forma a pedir a Deus sacerdotes que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade no seio da Igreja.


O Mês Vocacional tem como objetivos conscientizar as comunidades da responsabilidade que elas compartilham no processo vocacional. Presente na maioria das paróquias, a Pastoral Vocacional tem buscado celebrar este mês com animação e criatividade tendo sempre por fim suscitar novas vocações.

Durante o mês cada domingo é reservado para a reflexão e celebração de uma determinada vocação: no segundo, a Vocação Matrimonial, a Vocação Familiar - Dia dos Pais

Neste domingo celebramos a vocação da família na pessoa do pai. Em tempos de violência e perda de valores, a valorização da família é essencial para a sociedade como um todo. A família é chamada por Deus a ser testemunha do amor e da fraternidade, colaboradora da obra da Criação.

O Pai na família é fundamental. Seu papel de educador, em colaboração com a mãe, é um dos pilares da unidade e bem estar familiar cujos frutos são filhos bem formados e conscientes do que significa ser cristão e cidadão. O pai é representante legítimo de Deus perante os filhos e é sua missão conduzi-los nos caminhos de Cristo, da verdade, da justiça e da paz. Cabe aos pais que o amor, compaixão e harmonia reinem no lar.

Ser pai é buscar um mundo melhor para os filhos e demonstrar que a família deve sempre ser a base da nossa sociedade.

De 11 a 17, transcorre a Semana da Família, com o tema: A transmissão e a educação da fé cristã na família.







sábado, 10 de agosto de 2013

CNBB coloca limites aos “comentários” na Missa

Nota da Comissão de Liturgia sobre os Folhetos Litúrgicos

Nota da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia aos redatores dos folhetos litúrgicos
a respeito das monições (comentários) antes da Liturgia da Palavra

A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia (CEPL) realizou, nos dias 02 e 03 de julho de 2007, em Aparecida, São Paulo um encontro com os responsáveis pelos folhetos litúrgicos do Brasil.

O assunto estudado e debatido pelos participantes, com a ajuda de nossos assessores, foram os comentários apresentados nos folhetos litúrgicos em diversos momentos da celebração.

Com o pleno consenso dos participantes do referido encontro, a CEPL faz um apelo a todos os responsáveis pelos folhetos litúrgicos para que se apresente apenas um comentário para introduzir a Liturgia da Palavra, com a finalidade de preparar e dispor os fiéis a ouvirem atentamente as três leituras (1ª leitura, 2ª leitura e Evangelho). Assim não mais se teria, separadamente, um comentário para cada uma das leituras.

Optamos por essa decisão, para darmos mais valor à Palavra proclamada. Esta não pode ser interrompida ou intercalada com comentários e explicações que quebram sua unidade e o ritmo da celebração. A explicação e a atualização da Palavra devem ser feitas em seu local próprio, a homilia.

A assembleia litúrgica não é apenas destinatária da ação litúrgica, mas é protagonista, povo sacerdotal,  não dependendo de palavras de ordem para participar.   A liturgia não é apenas palavra mas uma ação ritual-simbólico-sacramental. Por isso, muito mais do que um comentário, é a atitude do leitor, do salmista, do diácono ou do presidente da assembleia que vai ajudar para que a Palavra seja ouvida e acolhida. Neste contexto, para uma frutuosa proclamação e acolhida da Palavra, adquirem muita importância o ambão, sua localização e sua ornamentação; um bom microfone; a veste litúrgica própria dos leitores, um refrão orante.

Na celebração litúrgica, as introduções prestam o serviço de iniciar, despertar, dispor a assembleia para a escuta atenta da Palavra. Para usarmos um termo dos Meios de Comunicação Social, estas introduções poderiam ser comparadas às chamadas que anunciam e preparam a assembleia para a escuta do Senhor.

Fundamentamos nosso pedido em dois documentos litúrgicos:

a) Sacrosanctum Concilium, 35: Procure-se também inculcar, por todos os modos, uma catequese mais diretamente litúrgica, e prevejam-se nas próprias cerimônias, quando necessário, breves esclarecimentos, feitos só nos momentos mais oportunos, pelo sacerdote ou ministro competente, com palavras prescritas ou semelhantes às prescritas.

b) Instrução Geral ao Missal Romano, 31: Da mesma forma cabe ao sacerdote, no desempenho da função de presidente da assembleia, proferir certas admoestações previstas no próprio rito. Quando estiver estabelecido pelas rubricas, o celebrante pode adaptá-las um pouco para que atendam à compreensão dos participantes; cuide, contudo, o sacerdote de manter sempre o sentido da exortação proposta no livro litúrgico e a expresse em poucas palavras. Pode, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na missa do dia, após a saudação inicial e antes do rito penitencial, na liturgia da palavra, antes das leituras; na Oração eucarística, antes do Prefácio, nunca, porém, dentro da própria Oração; pode ainda encerrar toda a ação sagrada antes da despedida .

Seria interessante retomar tudo o que o Missal Romano prevê para a celebração da Liturgia da Palavra, com destaque aos momentos de silêncio após cada leitura (cf. IGMR, 128-.134). Aí está claro que os comentários não têm a finalidade de dar informações catequéticas ou moralistas, mas devem ser mistagógicos, isto é, conduzir a assembleia à plena participação da ação litúrgica. Devem ser convites de cunho espiritual, sempre discretos, orantes, a serviço do diálogo entre Deus e seu povo reunido, portanto, sem interrupção do fluxo do rito. Vale lembrar um dos princípios na ação litúrgica: que as nossas palavras na Liturgia não neguem a Palavra, mas a sirvam.

Pedimos também não mais usar a palavra comentarista ou comentário em nossos folhetos, visto que não é este o espírito das monições apresentadas. Muitos usam a palavra animador que, mesmo não sendo a ideal, é a que mais se aproxima da função litúrgica exercida por esta pessoa.

Aproveito a ocasião para agradecer aos responsáveis pelos folhetos litúrgicos que estiveram presentes no encontro promovido por nossa Comissão, sua boa vontade e seu empenho em apresentar e ajudar nossas comunidades a bem celebrarem o Mistério Pascal, como Igreja reunida pelo Pai, no amor de Cristo, pela ação do Espírito Santo.

Convido a todos para assumirem nosso pedido neste espírito, e desde já  os convido para o próximo encontro que será nos dias 30 de junho e 1º de julho de 2008, em Aparecida, São Paulo.

Aparecida, São Paulo.
Brasília, 6 de agosto de 2007.
Festa da Transfiguração do Senhor
Dom Joviano de Lima Júnior
Arcebispo de Ribeirão Preto
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O mês de agosto é dedicado às vocações


Agosto é um mês voltado para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios, de forma a pedir a Deus sacerdotes que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade no seio da Igreja.

O mês vocacional tem sua origem logo após o Concílio Vaticano II. Com o objetivo de despertar a consciência das comunidades para a sua corresponsabilidade, num período de crise das vocações de especial consagração.

Em 1970 surgia a primeira experiência do mês vocacional no Brasil. Esta iniciativa deu certo e, em 1981, a 19ª Assembleia Geral da CNBB instituiu o mês de agosto como mês vocacional para todo o Brasil.

O Mês Vocacional tem como objetivos conscientizar as comunidades da responsabilidade que elas compartilham no processo vocacional. Presente na maioria das paróquias, a Pastoral Vocacional tem buscado celebrar este mês com animação e criatividade tendo sempre por fim suscitar novas vocações.
Durante o mês cada domingo é reservado para a reflexão e celebração de uma determinada vocação:

Primeiro Domingo - Vocações Sacerdotais - Dia do Padre
No primeiro domingo do mês vocacional celebramos o Dia do Padre inspirado pela festa de São João Maria Vianney, patrono do clero. O ministério ordenado está a serviço de todos os demais serviços na vida Igreja. A pessoa do padre tem um valor muito grande para a comunidade uma vez que a ele foi confiada a missão de evangelizar. O sacerdote age em nome de Cristo e é seu representante dentro daquela comunidade. Ao padre compete ser pastor e pai espiritual para todos sob sua responsabilidade. Pela caridade pastoral, ele deve buscar ser sinal de unidade e contribuir para a edificação e crescimento da comunidade de forma que ela torne-se cada vez mais atuante e verdadeira na vivência do Evangelho.


Os diáconos são celebrados no dia 10 de agosto, na festa de São Lourenço. Tendo recebido o sacramento da Ordem (primeiro grau), os diáconos estão a serviço dos padres e bispos, no exercício da caridade e do anúncio do Evangelho. A presença do diácono é uma grande benção para todas as comunidades.


domingo, 4 de agosto de 2013

Ser Padre

Ser Padre é uma aventura gostosa
Viver entre espinhos e rosas
Sem nunca reclamar
Sua missão é viver contente
Aos males é resistente
Pronto a nos ajudar

Padre é aquele que perdoa
Que partilha os Sacramentos
Que anuncia a Boa-Nova
Que da massa é o fermento
Que denuncia as injustiças
Homem cheio de talento
Ser Padre é estar a serviço dos outros
Sem se preocupar com o tempo

Ser Padre é partilhar
O pão que é Jesus
Alimenta com a palavra
Mostrando esta luz
Que o amor está presente
Não morreu naquela cruz

Padre não caiu do céu
Também não nasceu de um ovo
Surge com muitas orações
Nasce do meio do povo
Vem de nossas famílias
Em Jesus um homem novo

Padre, pessoa de Deus
Porta voz de Jesus Cristo
Luta por todos os seus
Mesmo sem nunca ser visto
Homem de grande valor
Parabéns por tudo isto

Ser Padre:
É ser alegre e otimista
É ser sal e luz
É ajudar o irmão
É sentir o peso da cruz
É ser filho de Deus
É ser irmão de Jesus