quinta-feira, 21 de junho de 2012

Rio+20: a questão é o homem

Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)

A Conferência das Nações Unidas sobre o clima e o futuro da economia e da vida na Terra despertou um enorme interesse. Mesmo se alguns importantes chefes de Estado preferiram não aparecer, as numerosas delegações oficiais revelam que há uma preocupação amplamente compartilhada com a sustentabilidade da economia e o futuro da vida na nossa casa comum.

Além das delegações oficiais, participantes da Cúpula final da Conferência, a sociedade civil também se mobilizou e realizou a chamada Cúpula dos Povos, que agrega numerosas ONGs, associações, sindicatos de trabalhadores, empresários, representações de Igrejas e religiões, de minorias étnicas... É uma rica e variada expressão das organizações sociais, que manifestam de maneira espontânea e direta as próprias convicções, preocupações e interesses de todos os tipos e gostos, para assegurar o desenvolvimento e o bem-estar econômico, sem comprometer a sustentabilidade da vida no nosso Planeta.

Nesse variado conjunto de propostas, não faltam aquelas que aproveitam a ocasião para tentar passar suas pautas ideológicas, como a afirmação de que o aborto é “um direito humano”, que a droga seja deixada livre, ou que a prostituição deve ser reconhecida como uma profissão igual a outra qualquer... É preciso estar atentos para que, em todo esse agito, não seja vendido gato por lebre e não se assinem cheques em branco, tudo como se fosse “boa causa” em favor da sustentabilidade da vida na Terra... Essa causa precisa, mais que tudo, de discernimento e escolhas acertadas.

A Rio+20 está proporcionando uma grande tomada de consciência sobre as mais variadas implicações da questão ecológica, que vão do descarte adequado do lixo ao melhor uso dos alimentos disponíveis; do uso dos combustíveis menos danosos à vida, ao modelo econômico adequado para a distribuição mais equitativa dos recursos disponíveis... É preciso mesmo desenvolver uma nova consciência, que leve a uma cultura “ecologicamente correta”; e isso requer educação atenta em todas as fases da vida das pessoas, do berço até à morte; e em todos os ambientes sociais e níveis de convivência, do privado ao coletivo e público... A questão interessa a todos.

A Igreja põe em destaque alguns princípios irrenunciáveis para uma solução adequada da questão ambiental. No centro de tudo deve estar sempre o homem; é ele que pode estragar e destruir o ambiente da vida, ou cuidar bem e preservar a casa que abriga e sustenta a todos. A questão ambiental, antes de ser um desafio econômico e científico, é uma questão ética e moral. Depende da decisão do homem ter atitudes corretas na sua relação com a natureza. Não podemos exigir, com nossa ganância, mais do que a terra pode oferecer.

Por outro lado, pretender a solução do problema ambiental, excluindo o cuidado do homem, também seria impossível; a solução virá com a promoção de uma correta “ecologia humana”, que supõe a superação da pobreza, a aplicação de mais recursos para a educação e a saúde, a afirmação clara da dignidade humana e dos legítimos direitos universais da pessoa. É questão de uma correta antropologia e de solidariedade social.


Fonte: http://www.cnbb.org.br/site/articulistas/cardeal-odilo-pedro-scherer/9636-rio20-a-questao-e-o-homem 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Arcebispo realizou entrega dos Ministérios aos Seminaristas Maiores

O domingo, dia 17 de junho, foi especial para 26 seminaristas maiores da Arquidiocese de Porto Alegre que receberam das mãos do Arcebispo Dom Dadeus Grings os ministérios do Leitorado, Acolitado e, também o da admissão às Ordens Sacras. A entrega aconteceu durante Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo e concelebrada pelos padres do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição. A Paróquia São Cristóvão, em Canoas, acolheu a celebração.

Dos 26 seminaristas, oito receberam o Ministério do Leitorado (destinado aos seminaristas do primeiro ano de teologia), cinco receberam o Ministério do Acolitado (destinado aos seminaristas do segundo ano de teologia) e 13 foram admitidos como candidatos às Ordens Sacras, como etapa em preparação à ordenação (destinado aos seminaristas do terceiro e quarto de ano de teologia).

A Liturgia da Palavra e a homilia do Arcebispo precedeu a entrega dos Ministérios e o rito de Admissão. Dom Dadeus Grings destacou a coragem dos seminaristas na construção da vocação de ser a presença de Jesus Cristo para o mundo. O arcebispo destacou que a Igreja é Ministerial, que fala e tem os sacramentos “por meio do qual Deus se faz presente e realiza suas Obras”.

Ressaltando mais uma passo dado na caminhada vocacional dos seminaristas, Dom Dadeus disse que Deus quer a todos integralmente, e que os seminaristas passam a ser responsáveis pela Igreja: “Nesse rito lembramos aqueles que estão dispostos a ser o rosto de Jesus aqui na terra e, mais do que isso, serem os representantes de Cristo entre nós. Este é um momento de alegria para nossa Arquidiocese dentro do nosso Ano Vocacional”, disse.





Para o rito, os seminaristas apresentaram-se por grupo diante do arcebispo. Primeiro foi entregue o Ministério da Leitorado. Com as mãos na Bíblia, cada seminarista recebeu uma oração para transmitir com fidelidade a Palavra de Deus.
 
Em seguida, outro grupo recebeu o Ministério do Acolitado. Segurando o Pão, receberam do Arcebispo a missão de servir com dignidade à mesa do Senhor e da Igreja.
 
Por fim, 13 seminaristas foram admitidos às Ordens Sacras. Para este rito, os candidatos, diante dos questionamentos do arcebispo, os candidatos manifestam publicamente seus propósitos de continuar a formação em caminhada à ordenação presbiteral.
 
Ao finalizar cada rito, Dom Dadeus acolheu os seminaristas com um afetuoso abraço.

Veja mais fotos no Facebook da Arquidiocese.
Clique Aqui
http://www.arquidiocesepoa.org.br/
em 18 de junho de 2012, às 16h 25min
 
 

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Arquidiocese de Porto Alegre - Pastoral da Comunicação - PASCOM

PASCOM
Pastoral da Comunicação


Pascom nasce do desenvolvimento da conjugação entre a importância dos meios de comunicação, estratégias da comunicação e o processo de comunicação no âmbito da evangelização. Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, em qualquer meio e latitude, e pelo seu influxo transformá-las a partir de dentro e tornar nova a própria humanidade:

• "Eis que faço de novo todas as coisas" (Ap 21,5). (Evangelii nuntiandi 17).

• “Toda a Igreja é missionária. A obra da evangelização é um dever fundamental do Povo de Deus.” (Ad Gentes 25)

• “Porque, se eu anuncio o Evangelho, não é para mim motivo de glória, é antes uma obrigação que me foi imposta: ai de mim, se eu não evangelizar!” (1 Cor 9,16)

A Pascom se insere na vida da Igreja não como uma Pastoral a mais, mas para dar maior comunicação às outras pastorais e seu conjunto: é suporte para as outras pastorais, a Igreja.

É atividade de salvação de Jesus Cristo de onde vem toda a atividade da Igreja, que tem como tarefa de alcançar todos os seres humanos para que possam obter a Vida para sempre.

Querendo indicar em síntese a expressão PASCOM na perspectiva de uma consciência teológica, precisa chamar a relação mútua de: comunicação-promoção humana e espiritual. Somos tanto mais humanos, quanto mais cresce a nossa capacidade pessoal de comunicação.

Uma pastoral que não tem o grau da verdadeira comunicação é destinada a não alcançar o seu objetivo.
Pe. Leandro, Fernanda, Magnus, Breno, Pe. Juliano. Cesinha, Eliane, Flávio, Nelson, Lucas e Frei Sebastiany
Coordenador:
Pe. Cesar Leandro Padilha
Rua Dario Totta, 24 - Teresópolis - 90.840-290 - Porto Alegre.
Tel. (51) 3336.4975
pecesarleandro@arquidiocesepoa.org.br

Assessor:
Pe. Juliano Kenne Pires
pejulianokenne@arquidiocesepoa.org.br
8112.9496 / 3225.5542

Jornalista Responsável:

Magnus Regis
8159-6229
magnusregis@hotmail.com

Webmaster:
Nelson Pereira
nelson@sulpoa.com.br
8545.9295

Equipe:


Pe. Luciano Honório Corrêia
correialuc@yahoo.com.br
3483.6537

César Fernando Vargas
cesarfvargas@gmail.com
3574.8419

Rodrigo Dieder
rodrigo@arquidiocesepoa.org.br
9558.5822

Eliane Bilhalva
ebilhalva@gmail.com
8183.1424

Flávio Bilhalva
fbilhalva@gmail.com
8183.1756

Marcos Toledo
marcostoledo@terra.com.br

Simone Dias - Rede Vida
sitrabalho@yahoo.com.br

Breno Bornhorst - Vicariato de Guaíba
brenobornhorst@yahoo.com.br

Lucas Isoppo - Vicariato de Gravataí
lucasisoppo@brturbo.com.br

Frei Carlos Sebastiany, OCD - Vicariato de Porto Alegre
frcarlos@yahoo.com.br

Ânderson Barcelos - Representante do Seminário Maior
barcelos_anderson@hotmail.com

Fábio Abreu - Vicariato de Canoas
fabiozabreu@gmail.com

Postado por Magnus Regis - Jornalista PASCOM
Em 17 de maio de 2012, às 17h 10min


quarta-feira, 6 de junho de 2012

A importância da festa de Corpus Christi


“Na quinta-feira, dia 7 de junho, a Igreja Católica celebra a festa do Corpo de Deus, mais conhecida como festa de “Corpus Christi”. É uma festa típica da Igreja Católica, onde se faz a profissão pública da fé na presença real de Cristo na Hóstia consagrada.

No momento em que os crucifixos estão sendo retirados de muitos ambientes públicos e as manifestações de fé sempre mais restritas aos templos, a festa de Corpus Christi ganha contornos especiais. Através dos tapetes que são confeccionados e das procissões que são realizadas, os católicos dão mostra da força da sua fé, negando-se a deixar de proclamar o Evangelho por “cima dos telhados”. Mesmo reconhecendo que o lugar ordinário de celebrar a fé é o templo, os católicos entendem que a existência de sinais externos e de manifestações públicas vem ao encontro da prática de Jesus que anunciava o Reino de Deus nas praças, ruas, beiras de lago e montanhas.
 
Além de ser manifestação pública de fé, Corpus Christi é a festa da comunhão e da ação de graças. Por meio dela, enquanto se elevam hinos de ação de graças, se expressa também o desejo de viver uma íntima relação com Deus e uma fraterna comunhão com os irmãos.

A hóstia consagrada que, adorada como Corpo de Cristo, é carregada pelas ruas da cidade, simboliza o desejo de usufruir a perene presença de Cristo junto do povo que tem fé, repetindo o convite dos discípulos que acolheram o Ressuscitado em sua caminhada para Emaús: “Fica conosco, Senhor!” (Lc 24,29)”. (Dom Canísio Klaus, Bispo de Santa Cruz do Sul)
 “A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo ou, simplesmente, Corpus Christi é uma das festas religiosas mais queridas dos católicos, em todo o mundo; em vários países, como no Brasil, é também feriado nacional e isso favorece a participação do povo nas celebrações, procissões e nas belas manifestações de cultura e arte popular.
O significado religioso e teológico é muito belo e profundo e se relaciona com a centralidade de Jesus Cristo para a fé da nossa Igreja; Deus Pai reúne seus filhos ao redor da mesa eucarística e os nutre com o “pão da vida”, que é seu próprio Filho, doado a nós como alimento, “pão para a vida do mundo”; somos o povo de discípulos, que Jesus reúne em torno de si, instrui e conduz, indo à sua frente, como pastor bom, ele mesmo, caminho, verdade e vida; somos a comunidade dos “irmãos do Senhor”, unidos por laços de fraternidade espiritual, pois somos todos filhos do mesmo Pai do céu, testemunhas do amor de Deus, que renova a vida e dá sentido às relações humanas.
 A solenidade de Corpus Christi, destacando o dom da Eucaristia, coloca em evidência os mistérios centrais de nossa fé e da vida cristã. Saímos de nossas igrejas e vamos, com Jesus na Eucaristia, para as ruas e praças de nossas cidades, anunciando que “Ele está no meio de nós” e habita conosco e orienta nossa história; nossas atividades cotidianas, nossas ocupações profissionais e responsabilidades sociais, nosso convívio social, nada disso é indiferente à nossa fé: em tudo somos “testemunhas de Deus”, discípulos missionários de Jesus Cristo”. (Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo)
No dia 7 de junho a Igreja celebra a festa do Corpo de Deus, mais conhecida como “Corpus Christi”. É uma celebração onde é realizada uma procissão pelas vias públicas, missa, e adoração ao Santíssimo Sacramento, com o objetivo de estimular, entre os diocesanos, o espírito de unidade e fraternidade, por meio do mistério da Eucaristia - o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo. Em artigos publicados no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bispos opinam sobre o real significado da celebração na vida do povo cristão.
Tradição
Em 1983, o novo Código de Direito Canônico - canôn 944 – estipulou que fosse mantida a obrigação de manifestar 'o testemunho público de veneração para com a Santíssima Eucaristia' e 'onde for possível haja procissão pelas vias públicas'. Cada diocese se mobiliza para realizar a celebração, por isso cabe aos bispos escolherem de que forma a festa será promovida, para garantir a participação dos diocesanos.
Na data existe a tradição de enfeitar as ruas com tapetes que cobrem o trajeto por onde passará a procissão de Corpus Christi. Feitos com serragem colorida, flores, vidro moído, pó de café e outros materiais, a confecção desses tapetes, de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa, mobiliza grande número de fiéis. Essa procissão do povo de Deus, recorda a busca à Terra Prometida. No Antigo Testamento, esse povo foi alimentado com maná, no deserto, e hoje, é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.
A solenidade celebrada sempre na primeira quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade marca o momento em que os fiéis fazem publicamente, nas ruas, a adoração ao Corpo e Sangue de Cristo. “Uma festa popular que revela todo o amor e carinho que os católicos tem pela Eucaristia.


domingo, 3 de junho de 2012

«Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo»

SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE
Evangelho segundo são Mateus 28,16-20 


Os onze discípulos foram para a Galiléia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando viram Jesus, ajoelharam-se diante dele. Ainda assim, alguns duvidaram. Então Jesus se aproximou, e falou: "Toda a autoridade foi dada a mim no céu e sobre a terra. Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que ordenei a vocês. Eis que eu estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo."

Hoje a Igreja nos convida a celebrar a Festa da Santíssima Trindade. Para isso nos propõe este texto, que é a conclusão do evangelho de Mateus.
           
O Evangelho condensa toda cristologia e eclesiologia de Mateus. Compreende o último encontro de Jesus com seus discípulos e suas palavras finais à comunidade. A montanha e a Galiléia são lugares de revelação. Distante do centro do poder religioso, Jesus se encontra com toda a comunidade, testemunha de sua ressurreição. Nos vv. 18b-20 são resumidos temas importantes do Evangelho: 

1• A autoridade suprema foi dada a Jesus pelo Pai; e com essa autoridade Ele envia toda a comunidade para a missão universal, não mais limitada aos judeus. Não vão ter discípulos próprios, mas fazer discípulos de Jesus. 

2• O seguimento de Jesus é partilhado com todas as nações, incentivo à comunidade de Mateus, constituída de judeus; como rito de consagração indica o batismo em nome da Trindade. 

3• Jesus ressuscitado é o Deus-conosco para sempre, até o fim do mundo.
Nos evangelhos, a ressurreição é o fim da vida de Jesus e a duração é de apenas um dia. Nos Atos dos Apóstolos, a ressurreição é o começo da missão, com duração de 40 dias, quando Jesus fala do Reino de Deus. O número 40 é simbólico e designa preparação, reeducação, discernimento, e também crise e tentação.

Na Ascensão Jesus não se retira; é exaltado, glorificado. A parusia não é o retorno de um ausente, mas a manifestação gloriosa de Jesus sempre presente na comunidade. A ascensão não significa o fim da história desejada pelos discípulos. É começo da missão em Jerusalém, em toda a Judéia, na Samaria e até os confins da terra.
             
Atualizando:

A montanha representa o programa da comunidade que é o mesmo de Jesus. É necessário mexer-se, descer da montanha, baixar os olhos para as realidades deste mundo, indo ao encontro de Jesus na “Galiléia”, anunciando suas palavras e ações em favor dos excluídos, exercendo a mesma autoridade dele, que quer salvar a todos. O Ressuscitado é o Emanuel que está no meio de nossas comunidades; sua glória é estar conosco e nós o glorificamos quando o reconhecemos e o aceitamos como Senhor único e absoluto, única Cabeça da Igreja, razão de nossa esperança.

Com Jesus, somos elevados, introduzidos na intimidade do Pai e confirmados na missão como suas testemunhas. Comendo sua carne e bebendo seu sangue, comungamos seu corpo glorioso e já estamos em ascensão, antecipando na esperança a vida plena e definitiva.

Fonte: http://www.redecelebra.com.br/imprimirLeitura.php?id=236

Estou com vocês todos os dias! (Mt 28,16-20)

Texto extraído do livro "Travessia: Quero misericórdia e não sacrifício -
Círculos Bíblicos sobre o Evangelho de Mateus". 
Coleção A Palavra na Vida 135/136. 
Autoria de Carlos Mesters, Mercedes Lopes e Francisco Orofino. 
Mais informações pelo endereço vendas@cebi.com.br

Chegamos ao final do Evangelho de Mateus. No início, ao apresentar Jesus, o evangelista tinha dito que Jesus é Emanuel, Deus Conosco (Mt 1,23). Agora, no fim, ele comunica a mesma certeza, pois a fé, proclama pelas comunidades que Jesus ressuscitou e estará conosco até o fim dos tempos (Mt 28,7.18-20).


Mateus 18,16-20: "Vão pelo mundo afora! Estou com vocês!"

A manifestação de Jesus na montanha da Galiléia não é evidente para todos. Uns acreditam. Outros duvidam. Mesmo diante da visão da sua glória e autoridade, Jesus continua pedindo um ato de fé. Neste último encontro, ele dá aos discípulos e discípulas a missão de levar a Boa Nova da Ressurreição a todas as nações do mundo. A pequena comunidade deverá ser Luz das Nações, realizando sua missão junto aos pequeninos e fazendo com que as outras pessoas se tornem também discípulas de Jesus.